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Oi meus amores, tudo bem?

Hoje eu venho com a segunda resenha deste livro aqui no blog. Sim, eu resolvi reler ele, pois o filme estreia sexta-feira nos cinemas. A primeira vez eu o li em 2011. Se quiserem conferir a primeira resenha, vejam aqui. Mas confesso que achei um horror, eu a recém tinha começado o blog. Vamos lá.

 


A menina que roubava livros


A Menina que Roubava LivrosAutor: Markus Zusac.
Editora: Editora Intrínseca.
Ano: 2011.
Páginas: 480.
Gênero: Romance, Drama.

Sinopse

A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente: a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los por dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. O único vínculo com a família é esta obra, que ela ainda não sabe ler.
Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a conivência do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que lhe dá lições de leitura. Alfabetizada sob vistas grossas da madrasta, Liesel canaliza urgências para a literatura. Em tempos de livros incendiados, ela os furta, ou os lê na biblioteca do prefeito da cidade.
A vida ao redor é a pseudo-realidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela História. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa deste duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto, um sucesso absoluto – e raro – de crítica e público.

    Minha Opinião


    Resolvi começar o ano com esta leitura, demorei para terminar de ler. Mesmo estando de férias (agora já não estou mais) preferi ler com calma, degustando e refletindo cada palavra, e olha, me emocionei mais uma vez.

    Gente, o cenário e o contexto da história é super forte e comovente, Liesel é entregue a uma família pela sua mãe que é comunista. O período da história é entre 1939 a 1943, bem na Segunda Guerra Mundial, onde Hitler está invadindo diversos países, perseguindo judeus, aí já dá para ter uma ideia.

    Liesel logo se adapta a sua nova família, e leva consigo lembranças tristes, como por exemplo a perda de seu irmão no trem. E é exatamente neste momento de tristeza, no funeral de seu irmão que ela rouba o primeiro livro, "O manual do coveiro".

    A vida de Liesel não é fácil, seus pais adotivos são pobres, sua mãe Rosa Hubermann lava roupas para o sustento e seu pai é um pintor desempregado. Logo, o pai acaba descobrindo que Liesel quer aprender a ler, e começa ensiná-la, assim começa a sua vida de leitora.

    Falando dos personagens, três me chamaram muita atenção no livro, o Rudy seu melhor amigo, a mulher do prefeito, e o Max Vanderbur, o judeu que a família esconde no porão. Gente, esses três fazem todo o sentido da história, e nos comovem muito. É difícil escolher uma parte do livro e dizer que foi a mais comovente, por que cada palavra, cada acontecimento emociona.

    Mais uma vez eu me emocionei com este livro, e mesmo sendo a segunda leitura, eu me surpreendi com o final (não me lembrava como era). É uma leitura fácil, mas forte, densa e carregada de emoção, pois o próprio contexto histórico é forte. Terminei a leitura com o livro todo marcado de post-it, e olha ele nos passa uma mensagem incrível.

    Um dos pontos culminantes do livro, é quando Liesel lê no porão para o Max, e para seus vizinhos nas horas dos bombardeios, ela os distrai. Isso me tocou muito e so me mostrou o quanto a leitura tem o poder de mudar a realidade. Penso que era por isso que Liesel tinha esta sede de leitura, com esta realidade dura e cheia de perdas, e ainda sendo pobre, sua opção era roubar os livros. E cada roubo era uma alegria, sentir a textura da capa, e lê-los era tudo.

    Muito difícil escrever sobre o que eu senti, e demonstrar para vocês tudo que contém neste livro, só me resta dizer LEIAM, quem não leu ainda não sabe o que está perdendo.

    Trailer


    E vocês já leram? Ansiosos para assistir ao filme?? Eu pretendo assistir assim que lançar!!








    12 Comentários

    1. Me lembro de me apaixonar por A Menina que Roubava Livros. Eu fiquei louca com o livro e sei que não largava a leitura para nada. Uma pena que eu não tenha o costume de reler livros, mas se eu fizesse isso, com certeza releria este.
      Beijos.

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    2. Oi! Eu já li, mas faz muito tempo. Quero reler também antes de assistir o filme.
      Beijos,

      Letícia
      http://www.odomdaescrita.com.br/

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    3. Parabéns pela resenha Nessa! Já li A Menina que Roubava Livros e curti bastante, tanto que pretendo reler em breve. Beijo!

      www.newsnessa.com

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    4. Oi, Nessa!
      Sou apaixonada por esse livro, <3
      No começo o achei um tanto quanto cansativo, mas a narrativa me envolveu de uma forma magnífica, pretendo reler em breve.
      Muita gente já assistiu a adaptação, porém irei esperar para quando sair nos cinemas.

      Beijo,
      Sofia - Lendo de Tudo

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    5. Oi Nessa,

      Eu adorei esse livro, adoro as histórias da Alemanha nazista, acho super interessante e acho que foi por isso que gostei tanto dele. Estou muito ansiosa para o filme!

      Beijos,
      http://comoum-sonho.blogspot.com.br

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    6. Oi Nessa,

      Eu adorei esse livro, adoro as histórias da Alemanha nazista, acho super interessante e acho que foi por isso que gostei tanto dele. Estou muito ansiosa para o filme!

      Beijos,
      http://comoum-sonho.blogspot.com.br

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    7. Acho que se fosse uma leitura atual não conseguiria escrever sobre esse livro. Ainda hoje, depois de tantos anos, faltam palavras para descrever essa leitura, mas como você, também me emocionei e me encantei com toda a história.
      Também queria reler o livro antes de assistir ao filme. Vou tentar fazer isso, apesar de já estar na semana tão aguardada.

      Beijos,
      Ricardo - www.overshockblog.com.br

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    8. Oi Nessa! Que oportunidade maravilhosa de se reler um livro né? Faz tempo que estou nesse desejo mas ainda preciso dar continuidade aos livros de parceria (e alguns novos também!)
      Eu não aguentei e baixei o filme (caham). É muito bom, lindo e pra quem já leu como nós, tudo faz mais sentido e ganha mais vida ainda! Claro que o livro é bem melhor, muitas cenas foram cortadas. Uma que eu me emociono muito e fico arrepiada só de lembrar é quando Max está na fila de prisioneiros, lembra né? Gente que cena magnífica!

      Beijos!

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    9. Eu já ouvi muito desse livro, e, principalmente, do filme. A história parece bem envolvente, e dramática. Estou muito curioso para ler.

      P.s.: Eu odiei eles terem trocado a capa do livro pela do filme, ficou muito feia.

      Seguindo, segue de volta?

      verbalismos.blogspot.com.br/

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    10. Olá Vanessa,

      Esse livro é excelente e emocionante e merece ser relido muitas vezes, parabéns pela sua resenha...abraços.

      devoradordeletras.blogspot.com.br

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    11. Oi Nessa! Tudo bem? :)

      Li esse livro no ano passado, mas devidos as minhas expectativas altíssimas (afinal, todo mundo sempre falou muito bem dele), acabei me decepcionando. Achei o começo muito monótono e só não abandonei por muita força de vontade (e, claro, lembrando que o filme seria lançado nesse ano). O final e surpreendeu!
      Assim como você, gostei muito das partes do o Max. <3 Estou muito ansiosa para assistir ao filme! Dizem que ficou lindo!

      Beijinhos!

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    12. Confesso que esse livro nunca me chamou atenção mas não sei porque ultimamente tem chamado...ando mudando minha opinião a respeito dele...quer dizer, minha pré opinião. Ha! Me apaixonei pelo trailer.

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