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Oláaaaaaaaaaaaa pessoal, como estão? Muita festa? Muita folia, cantadas, muitos ficantes, namorados, muita música, muito agito? Temos que aproveitar a vida né, afinal ela voaaaaaaaaaaaa.
Mas na verdade verdadeira, hehehe, quero saber: o que te faz feliz? Pode responder nos comentários (depois de ler o texto ok?). O que é para você aproveitar a vida? Leia o texto primeiro e depois responda (por favor: faça nessa ordem, tudo bem?). 

E como de costume, antes do texto deixo os perfis que a equipe aqui do blog tem no Instagram. Nos sigam!
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Há! Não esqueçam de clicar no play, hoje a música foi especialmente escolhida devido o tema da crônica.

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Curtindo a vida

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Algumas semanas atrás eu fui questionada por uma pessoa, aliás bem querida, sobre o fato de eu não sair muito. Essa pessoa questionou o fato de eu não sair para barzinhos, de eu não ter vida social, de eu ficar muito tempo na academia, etc, etc. Naquele instante, ela fez conclusões dignas de um estudioso na área de psicologia, mas como eu estava um pouco cansada (era final de um lindo dia), apenas concordei com tudo e deixei para refletir melhor depois. 

No dia seguinte eu refleti sim e vi como está se tornando comum as pessoas olharem para outras e formarem uma lista grande de conclusões interessantes, tais como:
- Você está saindo demais, por que não fica em casa com sua família?; - Você está bebendo todos os dias, daqui a pouco vai ter que procurar ajuda para parar; - Você não sai? Não se diverte? Você está muito em casa. ; - Você deve sair mais, você deve viver a vida... 

Pois foi isso que a pessoa fez, me analisar formando conclusões como: que ando estudando demais e que não preciso estudar tanto, que fico na academia tempo demais, que devo sair, que estou deixando a vida passar, que preciso viver a vida hoje, que preciso aproveitar a vida. Ok, mas o que é aproveitar a vida? Você aí que está lendo esse texto? O que é aproveitar a vida para você?
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Não consigo entender as pessoas, se não faço nada e só fico de festa as pessoas criticam, se resolvo me dedicar para um objetivo específico, criticam também. 
Realmente, ultimamente não ando saindo para balada não...já sai muitoooo principalmente na época da faculdade, hoje estou mais caseira sim...e daí? 
Sim, estou estudando pois quero fazer alguns concursos e as provas são difíceis, mas quem disse quantas horas estudo por dia? Se a pessoa não mora comigo como pode alegar o quanto estudo?  E sim, eu tenho inúmeras tarefas de casa que faço todos os dias e outros compromissos, meu tempo é bemmmmm preenchido portanto não tenho 24 horas para estudar não, inclusive às vezes fico 2 ou 3 dias sem conseguir encostar no material. 

Tempo na academia, ok, meu treino é longo sim (aproximadamente 2 hr por dia) mas e daí? Eu sei porque estou lá e com certeza não é para ficar me exibindo por aí com o resultado da malhação, sei de meus limites superados e os que tenho para superar. 
Também fui indagada em não ter vida social, quem disse que não tenho? A turma que frequenta a academia na hora que vou é mega gente boa além de muito divertida e se os professores não cuidarem, conversamos mais do que treinamos, hehehehe, então há vida social lá sim, e além disso, quem disse que não tenho vida social? A minha sombra contou? Se a pessoa não mora comigo como pode alegar o que faço ou deixo de fazer? Até porque, até onde sei...eu não tenho a obrigação de contar tudo o que faço para todo mundo, hehehehe. 

Haaa mas eu não estou vivendo a vida, não estou aproveitando... aqui me caiu os butiá do bolso**: pelo amor de nossa senhora das opiniões precipitadas!!! Quem disse que não estou vivendo a vida? Por um acaso, aproveitar a vida é sair todo fim de semana para algum barzinho, é beber cerveja, é ter vários ficantes (ainda se usa esse termo?)? Então quem curte uma vida mais sossegada (ou porque sempre curtiu ou porque resolveu baixar o ritmo de festas), quem curte ficar em casa...não vive? Não curte a vida? Quem disse que, alguém que passa a noite inteira de sábado lendo um livro não está aproveitando a vida? Quem disse que quem opta por curtir a própria casa durante todo o final de semana não está vivendo intensamente a vida? 

Entre essas perguntas que citei, vi que essas pessoas que concluem coisas de nossa vida sem conhecer nosso dia a dia direito, podem falar, falar, falar, concluir muito mas elas não abrem a boca para fazer uma pergunta simples: perguntar se estamos fe-li-zes. Porque simmmmmmmm, alguém que se dedica só em ler livros em casa pode ser sim muito feliz, quem curte ser dona de casa pode ser sim feliz, quem está estudando para um vestibular, para uma fase crucial na faculdade pode ser sim feliz, quem está focado em um sonho simmm pode ser feliz. Onde está escrito que felicidade tem dependência absoluta com mesa de bar + cerveja? As pessoas estão mais preocupadas em fazer valer o que acreditam ser certo do que com a felicidade de cada um ao redor. Ninguém quer saber se tu está feliz, elas querem sim fazer valer na sua vida o que elas acreditam ser certo. 

Além disso, hoje a pessoa que está lendo livros durante todo final de semana, amanhã pode querer curtir os finais de semana viajando... quem curte a casa pode começar a querer ocupar o tempo fazendo cursos, quem se dedica para uma prova pode ser aprovado e mudar de vida... Nada na vida é imutável, todos nós amadurecemos, mudamos de opinião, trocamos os hábitos. Os anos voam sim e daí? E daí se alguém quer viver esses anos se dedicando a...cuidar de plantas por exemplo? O que tem de errado nisso? 
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Viver a vida intensamente nada tem haver com música, bebida, barzinhos, balada e ficantes...viver a vida intensamente tem haver com estar presente no momento atual, é fazer o que se gosta ou fazer algo (mesmo não gostando muito) mas com clara justificativa do porquê daquela atividade. Viver a vida intensamente é não ficar com olhos vidrados no celular na mesa de bar rodeado de amigos, mas sim olhar olho no olho de quem está conversando conosco, é prestar atenção em quem nos dirige a palavra, é devorar uma pizza na mesa da cozinha ou uma batata frita na mesa do bar. Viver a vida intensamente tem relação direta em não colocar tempo fora mas sim em curtir cada minuto do dia fazendo algo que lhe dê prazer (se for olhar tv...e daí?).

Vamos parar com a mania chata de julgar a vida dos outros, sejam conhecidos ou amigos, mas vamos sim nos interessar sobre o fato dessas pessoas estarem felizes ou não, vamos perguntar mais dos planos delas, vamos oferecer ajuda caso elas precisem de algo por mais simples que seja, vamos  torcer, montar torcida organizada, vamos nos mostrar disponíveis para quando elas precisarem, vamos aprender a respeitar as escolhas de cada um.

Refaçam suas definições de "viver intensamente" e se habituem em perguntar mais se as pessoas ao seu redor estão... felizes...

** cair os butiás do bolso: expressão gaúcha que significa dizer que uma pessoa está impressionada, assustada.





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Oi meus amores, tudo bem com vocês? Hoje vou comentar sobre o Encontro de Fãs de John Green que ocorreu na Livraria Cultura no dia 14 de outubro às 15 horas.

O objetivo do evento era reunir os fãs do autor, comentar sobre suas obras e as expectativas sobre o seu novo livro "Tartarugas até lá embaixo".

O bate-papo foi bem legal, conversamos sobre todos os livros publicados e as adaptações no cinema. O grupo estava bem dividido, uns gostavam de um livro e não gostavam de outro. Pelo que pude perceber eram poucos ali que eram fã mesmo do autor. Eu mesma não me considero fã, li somente "A culpa é das estrelas" e na época não curti tanto assim (pretendo reler o livro).

A tarde foi bem descontraída, e para completar teve brincadeiras e sorteio no final. Os brindes vocês podem ver na foto a baixo. Eu nem estava querendo tanto assim o livro, já que tinha comprado o e-book.

Nenhum texto alternativo automático disponível.
Poucas pessoas tinham lido o livro, como eu sou muito ansiosa no feriado eu comprei o e-book e o li no kindle, eu devorei o livro. Inclusive já tem resenha dele aqui. Por conta disso o livro foi pouco comentado, mas todos estavam super curiosos pelo livro e para saber o significado do título.

Separei alguns quotes que eu gostei, dessa vez o John Green me conquistou, eu amei o livro.

Quotes do livro Tartarugas até lá Embaixo

"Mas eu estava começando a entender que a vida é uma história que contam sobre nós, não uma história que escolhemos contar."
"A questão da espiral é que a seguimos, ela nunca termina. Só vai se afunilando, infinitamente."
"Qualquer um pode olhar para você, mas é muito raro encontrar quem veja o mesmo mundo que o seu."
"O verdadeiro terror não é ter medo, é não ter escolha senão senti-lo."
"Nunca acredite na amizade de quem não gosta de você."
"Eu me importo comigo mesma. E quando mais solitária, sem amigos e sem sustento, mais eu me respeito."
"É a questão é que, quando a gente perde alguém, a gente se dá conta de que no fim vai perder todo mundo."
"No fundo ninguém entende o que se passa com o outro. Está todo mundo preso dentro de si mesmo."
"Terra é uma superfície plana em cima do casco de uma tartaruga gigante."
"Posso reunir em três palavras tudo o que aprendi sobre a vida: a vida continua."
"[...] amar não é uma tragédia ou um fracasso, mas um presente. Você se lembra do seu primeiro amor porque os primeiros amores mostram - provam - que você pode amar e ser amada, que nada nesse mundo é merecido exceto o amor, que o amor é ao mesmo tempo como e por que você se torna uma pessoa."
Gente eu nunca tenho sorte, mas dessa vez eu tive. Não é que eu ganhei o livro? Fiquei muito feliz de ganhar o livro físico.
A imagem pode conter: 12 pessoas, pessoas sorrindo, pessoas em pé e área interna 
E vocês, se interessam pelo livro? Gostariam de ler? Deixem nos comentários quem gostaria de ganhar o livro, quem sabe eu faço um sorteio 🐢

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Oi meus amores, hoje vou comentar sobre o livro "Tartarugas até lá embaixo" do autor John Green publicado pela Editora Intrínseca.

Aza Holmes é uma garota de 16 anos que em meio ao turbilhão de sua vida ela tem que lidar com seu Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC). Ela mora com a mãe e tenta viver com a ausência de seu pai que morreu de repente.

Sua melhor amiga Daisy após ver a notícia de que um bilionário, Russell Davis Pickett está desaparecido, e que quem descobrir qualquer coisa sobre seu paradeiro ganhará uma recompensa em dinheiro, convence Aza a entrar nesta aventura de ir em busca de encontrar o bilionário. Além disso Aza conhece o filho do homem, o Davis.

Aza e Daisy saem em busca de descobrir algo ao redor da casa dos Pickett e acaba encontrando Davis, um garoto que ela conheceu na sua infância  e ressurge um sentimento que ela tinha por ele na época.   

Todos estão em busca do paradeiro do homem desaparecido, inclusive seus filhos Davis e Noah, mas o pior de tudo é que se ele for encontrando vivo  pode ser preso e se estiver morto tudo indica que os filhos ficarão sem nada, pois a herança já está destinada para a sua Tatuara 🦎

Este é o enredo principal do livro, mas o que o autor quer nos mostrar é como uma pessoa vive com o TOC, mesmo com tudo ao seu redor Aza está sempre com seus pensamentos intrusivos que a faz sair da realidade e mergulhar nos seus pensamentos que só a atrapalham. Bom ressaltar que nada disso acontece porque ela quer, os pensamentos vem e vão, e muitas vezes são como espirais, parece que não vai ter fim.

Outro aspecto relevante é como o TOC acaba atrapalhando a vida dela, e muitas vezes ela deixa de fazer o que quer, tem medo de tudo, sai da realidade e acaba não prestando atenção nas coisas ao seu redor, porque fica presa dentro de sua cabeça, dos seus medos.

A história gira em torno do mistério do homem desaparecido, deste "romance" que surge, mas que não é o principal da história, e de como Aza sofre com o TOC e tudo que ele causa na vida dela.
Agora vou falar pra vocês porque eu resolvi ler este livro. Eu não sou fã do John Green, eu li "A Culpa é das estrelas" e na época não curti muito, pois tinha perdido minha madrinha para o câncer e eu fiquei muito resistente a história. Tentei ler outros livros dele e não deu, mas assisti aos filmes.

Voltando ao motivo de eu querer ler o livro, quando eu vi que o autor tinha TOC e publicaria um livro com uma protagonista com TOC, fiquei curiosa para ver como ele abordaria o assunto.

Acho que eu nunca falei nisto aqui no blog, eu tenho TOC e é horrível, é uma coisa que nos atrapalha e por mais que tu não queira ter tais pensamentos eles vem, e pode ser na horas menos esperadas. Eu já tive crises no ônibus, na faculdade, no trabalho, não importa, quando vejo já está acontecendo. E para completar eu tenho Síndrome do Pânico, ou seja, é muito ruim. Eu faço tratamento já faz alguns anos, como vocês já devem saber o TOC não tem cura, ele só ameniza quando o tratamento é feito corretamente. Por isso fiquei interessada no livro, e acho que nem precisaria dizer que eu me identifiquei muito com a protagonista.

O autor abordou muito bem e de forma real o TOC, os pensamentos intrusivos, o que a pessoa sente e  pensa. Você quer se livrar disso e não consegue. A protagonista usa muitas metáforas para falar o que sente e é difícil descrever mesmo a sensação, os medos. O pior é que as pessoas não entendem, pensam que é besteira. Gostei da comparação com o espiral, é bem isso, parece uma coisa sem fim que vai afunilando.
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Desta vez John Green me conquistou, com uma escrita ágil e afiada ele nos envolve ainda nas primeiras páginas, adorei a forma que a história se desenrolou e o final eu achei perfeito. O livro atingiu todas as minhas expectativas❤

Não iria falar da diagramação, pois logo que o livro lançou eu comprei o e-book e comecei a leitura, mas no sábado eu participei de um evento de fãs do autor pelo lançamento do livro e acabei ganhando um exemplar no sorteio, muita sorte né? A capa está linda, o tamanho do livro segue o mesmo padrão dos outros, com apenas 268 páginas que voam, li o livro super rápido. Leitura Recomendada.









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Olá pessoal, o que vocês estão achando dos textos? Estão nos seguindo nas redes sociais? Ultimamente estou divulgando o nome do perfil do Instagram de cada um da equipe aqui do blog, todos nos seguindo né? Mas tem que seguir porque querem de verdade...

Mas e a rede social que fica mais pertinho de você? Você está nela porque quer ou porque você segue o caminho que as outras pessoas passam?
Não estão entendendo nada? Confiram o texto de hoje que vocês vão entender rapidinho.

Sugestões de temas para os próximos textos, deixam nos comentários.

Equipe aqui do blog no Instagram:
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As redes sociais e seu reflexo

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Quando pensamos em redes sociais o que normalmente vem na nossa mente? Diga aí, o que você pensa? Talvez: Facebook, Instagram, Whatsap, Periscope, Snapchat? Mas se eu pedir para você pensar nas redes sociais que não dependem de computador ou celular, você saberá no que pensar?

Normalmente quando falamos nesse assunto vem na nossa mente só as que fazem gastarmos horas e horas com o celular na mão mas o que não percebemos é que também pode ser a turma da academia, da igreja, do trabalho. O principal ponto em comum portanto é a reunião de pessoas que, pelo menos deveriam, ter um objetivo em comum, valores em comum. Mas nem sempre isso acontece.

Muitas pessoas entram em algumas redes sociais por influência de outras pessoas, por influência da modinha do momento, para mostrar para os outros uma imagem que gostaria que fosse real, claro que existe também o grupo que as redes sociais se tornam um reflexo de quem elas são e de quais valores possuem mas, na grande maioria, acredito que não há essa análise. 

Nós deveríamos escolher redes sociais que nos trouxesse algo de positivo, algo que nos agregasse valor, que tivesse aquela pessoa (ou aquelasss pessoasss) que nos inspiram de alguma forma, deveríamos escolher redes sociais que tenham como premissa passar motivação, valores bons, que nos auxiliasse a amadurecer como pessoas, que tivessem indivíduos que, mesmo que indiretamente, ajudassem a evoluir. Poderia ser mesmo um grupo de pessoas que contam piada por exemplo, desde que essas piadas nos fizessem sentir mais motivados para enfrentar uma semana cheia de desafios. 
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Tenho uma opinião talvez um pouco diferente da maioria, para mim redes sociais não poderiam incentivar violência, pensamentos violentos, nem o compartilhamento de notícias ruins. Não quero viver numa bolha não, mas atraímos a energia com a qual estamos ligados e se estamos conectados com redes sociais que só falam coisas ruins e que não agregam nada, o que receberemos em troca? Mas se ao contrário, nos conectarmos com pessoas de astral bom, que lutam, que batalham por seus sonhos, que passam mensagens positivas, qual a energia estará ao nosso redor?

Coisas ruins acontecem todos os dias e não é porque eu não mergulho nelas que vou virar uma lunática, sei a situação real do mundo mas não quero ficar o dia todo compartilhando imagens chocantes de acontecimentos terríveis, não quero dormir com a imagem na mente da foto do assassinato do fulano de tal, não quero ficar analisando se é verdade a notícia bombástica que meus colegas de trabalho comentaram, energia ruim puxa mais energia ruim e isso vira um ciclo sem saída, paralisa as pessoas. Porém, energias boas trarão pensamentos mais claros, trarão soluções, ideias criativas para ajudarmos aquelas famílias que tiveram suas casas destruídas pelo temporal por exemplo. Energias boas chamam energias boas e estas chamam clareza mental que chamam soluções que chamam atitudes. 

Estamos acostumados a aceitar tudo e todos sem questionar, se entramos numa academia de dança por exemplo, mesmo se não gostamos da turma, ficamos (talvez mais quietos, mas estamos lá), se temos um grupo de amigos que saí todo fim de semana para beber e vamos com eles mais porque são...amigos (mesmo que a gente não curta a mesma bebida deles), mas eles são amigos nossos...como vamos nos afastar? Exemplos tem inúmeros, cada um de vocês pode pensar numa situação que vocês não estavam se sentindo bem e que ficaram. 
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Há também o grupo de pessoas que anda com conhecidos porque eles são os que chamam atenção nos lugares ou porque eles tem certa influência em determinada área, ou porque todo mundo acha eles legais, mas caso esse grupinho de pessoas parasse e analisasse seus próprios valores, verificariam que o que acreditam nada tem a ver com os valores de vida daqueles conhecidos que eles passam grudados.


Tem uma frase famosa que diz: "Somos o que pensamos", não acredito tanto nela não pois há pessoas que pensam algo e agem de outra forma pois querem ser outra pessoa, talvez por vergonha de si mesmas ou porque não querem fazer esforço para mudar. "Somos o que fazemos, somos o reflexo de nossas ações, somos nossas escolhas", nisso sim acredito, e as escolhas incluem as redes sociais nas quais estamos inseridos, incluem as pessoas que convivemos, incluem as atividades que fazemos. 

Finalizo esse texto com a sugestão que hoje vocês analisem as redes sociais de vocês, todas elas incluindo as virtuais e as "ao vivo e pessoalmente", hehehehe. Pensem em cada uma delas em separado e reflita se elas refletem o que vocês são de verdade. Independente do jeito que vocês são, elas estão mostrando a sua verdade? Vocês estão sendo coerentes com os propósitos de cada grupo social que fazem parte? 

Escolham melhor, tenham atitude, sejam verdadeiros, estejam rodeados de pessoas que inspirem vocês.









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Oi Meus amores, tudo bem com vocês? Hoje vou comentar sobre alguns lançamentos da Ler Editorial.



Na adolescência, Jennifer precisou superar a perda dos pais e a traição do namorado com sua melhor amiga. Mas o tempo e o irmão inseparável deram a força que ela precisava para seguir adiante.O emprego dos sonhos é a primeira de muitas conquistas e é só o começo de uma sessão de flashes emocionantes em sua vida. Ela está prestes a conquistar o coração de alguém bastante improvável, mas terá que lutar para superar os obstáculos que estão por vir.Retratos de Uma Vida narra a história da fotógrafa Jennifer Torres, seus conflitos no início da vida adulta, as dificuldades para conseguir um bom emprego e a descoberta do amor. Um livro que experimenta a fórmula teen dos dramas americanos em nossa cultura, trazendo uma história repleta de superações e reviravoltas.








O amor não escolhe hora nem lugar para acontecer. Muito menos as tragédias.Rick e Cath se veem separados por suas escolhas, mas uma fatalidade volta a uni-los.Será que o amor que sentem um pelo outro é grande o suficiente para superar esse imenso desafio e fazer com que voltem a caminhar juntos, enfrentando as dificuldades?Ou a tragédia que os abalou poderá separá-los de vez?










Inglaterra, 1870 Lorde Edrick Bradley III, segundo barão de Westling, cruza o caminho de Ashley Walker em uma nublada tarde de outono. Atraído e intrigado pela falta do esperado cumprimento, ele a segue até vê-la entrar no hotel da vila. Sem entender tamanha curiosidade, a espera. Ao se apresentar, a frieza com que é recebido eleva o mistério, incitando-o a desvendá-lo.A Srta. Walker desejou esquecer aquele encontro. Vivia na vila vizinha, agradecida por jamais ter estado diante do nobre cavalheiro e preferia que assim continuasse. Porém, afastar-se não seria fácil, pois estava prestes a descobrir que nem todo homem é mau, egoísta, ou aproveitador. E essa descoberta, aliada aos encantos de Edrick, fará ruir a sólida muralha protetiva que Ashley ergueu ao longo dos anos. Mudança inútil, pois ela era a Borboleta Negra, alguém que não serviria sequer para ser amante do honrado barão. Naquele lindo jardim ela jamais poderia pousar.




Uma vida dedicada ao sacerdócio. Um encontro que mexerá com estruturas e pensamentos, até então, inflexíveis. Uma paixão que colocará a vocação em xeque.

Após dez anos à serviço da Igreja, Padre Alessandro começa a se questionar sobre seu ingresso e permanência na vida religiosa. Tomado pela culpa, devido a questões éticas e a um encontro libertino e furtivo, decide se isolar em uma viagem pelo mar para colocar as emoções em ordem e descobrir o que realmente deseja. O que ele não contava era que o destino lhe pregaria uma grande peça no teatro da vida: Eva, a volúpia em forma de mulher, cruzará seu caminho de maneira devastadora, despertando desejos ocultos e desconhecidos, trazendo à tona o homem em seu estado mais primitivo.

Será a tentação tão grande? O amor é capaz de transformar o pecado em sagrado?
Tudo é possível, ainda que seja PROFANO.



Dentre os lançamentos eu já li "Retratos de uma vida" e tem resenha aqui e li também "Borboleta negra" em breve resenha no blog. Eu amei os dois livros o primeiro um romance muito bom e o segundo um romance de época. Recomendo❤ 

Os demais lançamentos e novidades vocês podem ver no site da editora aqui.


         



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