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Grana Torpe é o segundo livro que eu leio em parceria com a Ler Editorial, escrito por Felipe Frasi.
É um livro de contos, que conta diversas histórias com o tema dinheiro. De uma forma simples, o autor nos apresenta uma realidade nua e crua.

É um livro bem fácil de se ler, eu li ele em 1 hora, no meu horário de intervalo na faculdade. Assim que comecei a lê-lo não quis parar até terminar. Os contos são curtinhos, de no máximo três páginas, e histórias curiosas.

O mais interessante, que ao longo da leitura fui percebendo que os contos começaram a se interlaçar, e do meio pro fim tudo fazia mais sentido. O último conto me surpreendeu muito, o autor amarrou o livro de uma forma muito inteligente, eu ameii.
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Os contos são curtos, mas nos fazem refletir sobre muitas coisas em nossas vidas, e de como o dinheiro move nossas vidas e as vezes fazemos coisas, por culpa ou pelo dinheiro.

A escrita do autor é fluida, os contos são muito bem escritos e com desfechos bem interessantes. Ao terminar a leitura fiquei com aquele gostinho de quero mais. Fiquei com vontade de conhecer outros livros do autor.

Não comentei muito sobre cada conto, porque corria o risco de soltar um spoiler, e como eu falei o livro é pequeno. Então só me resta dizer leia, não irão se arrepender.

A diagramação do livro está impecável, as páginas amareladas, letras em bom tamanho para leitura, a cada capítulo temos uma imagem que ilustra o conto e a capa tem tudo a ver com o tema do livro. Agradeço à editora por ter disponibilizado o livro para leitura❤

Para quem gosta de leituras mais rápidas, mas com uma reflexão, esta é uma boa pedida.



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Olá leitores maravilhosos de meus textos!! Hoje venho, eu Fernanda e não a Nessa, hehehehe,  com um texto que escrevi a bastante tempo, reformulei ele mas não sei se consegui passar o que pretendia. Peço licença aos homens por falar de nós mulheres. 

Aliás: ala masculina, coloquem seus pontos de vista, sugiram temas, me passem argumentos para que eu possa também fazer um texto sobre vocês. Afinal: não estou defendendo as mulheres mas sim um grupo que eu conheço bem, mas nada impede que eu tente conhecer mais vocês e faça um texto sobre. 

Agora cliquem no play no final do texto (aliás amoooooooooo essa música) e boa leitura. 


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Santinhas? Nem santas, nem diabas... apenas a mistura das duas

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Gostaria de entender: se nós mulheres somos caseiras, se gostamos realmente de ficar em casa, se não gostamos de tomar cerveja, se adoramos cuidar da casa as pessoas criticam dizendo que somos santinhas (criticam no sentido maldoso); se somos baladeiras, se gostamos sim de tomar uma cerveja, vinho ou seja o líquido que for somos diabas, somos pessoas sem vergonha na cara. Ok, mas será que dá para ter um meio termo?

Ninguém é perfeito, ninguém tem que ser o que a sociedade quer que seja, ninguém é obrigado a vestir a roupa mais adequada pelos outros, ninguém é obrigado a negar quem é para satisfazer a língua venenosa do povo "perfeito". 

Que hipocrisia é essa de querer que as mulheres hajam de acordo com velhos padrões? Infelizmente, ainda nos dias de hoje, existem muitos bloqueios sim em relação às mulheres, não podemos ter falhas, não podemos errar, não podemos ter a liberdade que os homens conquistaram há muito tempo. Mas atenção: liberdade, possibilidade de errar é totalmente diferente de falta de respeito, de "passar por cima dos outros" só porque os direitos estão sendo conquistados. Uma coisa é ter liberdade de agir, outra coisa é não ter responsabilidade e nem respeito para com os outros. 
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O que venho tratar aqui hoje é algo que nós mulheres queremos: parem de nos julgar e de exigir perfeição de nossa parte! 
Sim, talvez ainda não estejamos acostumadas com tanta liberdade, sim, talvez sejamos como pássaros que ficaram trancados numa gaiola durante séculos e agora que fomos soltos não sabemos como agir em determinadas situações. Sim, nossos direitos conquistados são recentes, sim...muitas vezes nos deslumbramos com as diversas possibilidades que temos e que nossas avós não tiveram, sim...somos crianças eufóricas com o brinquedo novo, somos prisioneiros que sentem pela primeira vez a sensação do vento no rosto... Por isso, não nos julguem, mas sim nos ajudem a sermos pessoas melhores, nos orientem pelos caminhos que já passaram desde que esses caminhos estejam baseados no respeito, no amor, no equilíbrio.

Nos deixem entrar nos mais variados lugares sem nos olharem como apenas pedaços de carne, nos deixem aprender as mais diversas profissões, deixem a gente fazer do nosso jeito tarefas mais pesadas, deixem a gente cuidar da casa, dançar até o dia nascer, cozinhar, conquistar alguém, ficar vendo tv, beber vinho...cerveja ou seja o que for sem nos tacharem de santas ou de diabas!

Estamos tentando encontrar um meio termo, não somos perfeitas pelo simples fato de que ninguém é, não somos a personificação da maldade porque em todo ser existe sim um lado bom. 

Nós mulheres não somos santinhas, mas nem diabas...apenas somos a mistura das duas...apenas somos...mulheres. 



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Oi meus amores, hoje vamos comentar sobre este livro, uma leitura comovente e emocionante. Eu li este livro em fevereiro deste ano, mas somente agora consegui trazer minha opinião sobre ele, pois sempre passava na frente as resenhas de livros de parceria.

Suzy e as águas-vivas conta a história de uma menina de 11 anos, que após a morte de sua amiga Franny, ela decidi parar de falar. O interessante aqui é que Franny é uma ótima nadadora, e Suzy não se conforma que sua amiga tenha morrido afogada, a partir disso Suzy começa a fazer uma pequisa para descobrir o que de fato pode ter matado sua amiga de baixo da água.

Conforme vamos lendo a história descobrimos que um pouco antes de Franny morrer, ela e Suzy haviam brigado, já não eram mais "amigas", e tudo porque Franny já está na fase dos namoricos, repara nos meninos, está mais vaidosa, enquanto que Suzy ainda continua uma menina que ainda não se importa com estas coisas.

Suzy carrega esta dor, uma certa culpa, e durante um passeio da escola em um aquário, ela conhece a história de uma água-viva que é muito pequena, mas que é venenosa e mata. A partir deste momento ela começa a fazer pesquisas sobre o assunto, e acredita que pode ter sido esta a causa da morte de sua ex-amiga, já que seria impossível ela se afogar.
 A história é narrada por Suzy, e os capítulos são intercalados entre o presente e o passado, e trazendo a tona a amizade de Suzy com Franny, e aos poucos vamos conhecendo de como era a amizade das duas e o que de fato aconteceu para que a amizade acabasse.

O livro é de leitura fluída, capítulos curtos, e a história comovente. Os sentimentos de Suzy são palpáveis, dá vontade de entrar no livro e abraça-la. Além disso, a história nos passa diversas reflexões e nos emociona. Leitura que recomendo

Alguém já leu? Gostaram?



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Olá leitores amados!!! Hoje o texto foi baseado em um comentário do Nielton, amigo da internet que para minha alegria também está lendo e comentando aqui nas crônicas:
 "Para justificar a falta de educação em não responder um bom dia, boa tarde, jogamos a culpa na correria (resposta para quase tudo)". Pois deste comentário foi feito o texto abaixo. 
Espero que ajudem vocês a refletirem e que traga alguma contribuição para a vida de todos vocês.

Cliquem no play e ótima leitura.


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Falta de tempo ou de educação?
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Eita que, com certeza, muitos de nós já perdeu o número de vezes que foi "atropelado" na porta do ônibus devido a algum apressadinho que estava com pressa de entrar (como se essa pessoa entrando o motorista não fosse esperar o restante das pessoas subirem); ou do colega de trabalho que nem dá bom dia porque o relatório que tem que fazer é mais urgente; ou a pessoa que ao passar por outras,  sente (somente naquele instante da passagem), uma dor de cabeça imensa e por isso não olha para cara de ninguém; ou pela situação da criatura sem noção que chega no caixa do supermercado, da farmácia, dos correios e nem olha para quem está lhe atendendo pelo fato simples de estar com muita pressa.

Pressa ou falta de educação? Dar um "bom dia", um "oi", um "boa tarde", "até logo" nada tem haver com pressa coisa nenhuma, tem haver com falta de educação mesmo. Claro que existem pessoas mais reservadas que não são muito de papo mas será que dói tanto dizer: oi? Ou quem sabe: apenas balançar a cabeça silenciosamente mas mostrando um "olá" mudo? Está valendo também!!

O problema é que estamos com a desculpite da correria: a dor de cabeça é devido o dia corrido, a falta de educação é devido estarmos correndo, a refeição mal feita é devido não termos tempo de comer de forma saudável; o trabalho da aula não entregue é devido a correria para estudar para as outras matérias; a falta de alguma coisa em casa é devido ao engarrafamento que, quando livre dele, fez a correria entrar em jogo para chegar em casa antes da noite (aqui no sul essa desculpa não pega já que no alto inverno 18 hr é noite já, ou seja, anoitece mesmo estando cedo); o não envio de uma mensagem de feliz aniversário é devido a correria do dia a dia...aaaaaaaaiiiiiiiiiiieeeeeeeeeee, será que correria virou resposta para tudo?
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Vamos todos admitir que não comemos saudável porque não queremos, que não damos oi para o porteiro do prédio porque somos pessoas mal humoradas sim, que não temos algo em casa porque ficamos com preguiça de passar no supermercado e enfrentar a fila grande que se forma depois das 18 hr e que só pensávamos na série ou novela que queríamos assistir, vamos admitir que não fizemos o trabalho de aula porque escolhemos dormir ou ficar mexendo no celular, vamos admitir que a dor de cabeça é desculpa para não chegarmos perto de algumas pessoas, vamos admitir a verdade e parar de colocar a culpa na correria.

E a respeito da correria que tal pesquisarmos dicas de produtividade na internet em vez de pesquisarmos sobre a vida conjugal do artista "fulano não sei do que"? Porque em vez de perdermos horas e horas vendo coisas nada produtivas não pedimos dicas para um amigo que sabemos que se organiza melhor que nós? E quem sabe a gente pare de mentir para nós mesmos e comecemos a encarar a verdade por mais que ela doa?

Então: será que a correria é tão culpada quanto imaginamos?



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Os mistérios de Sir Richard é o último livro do quarteto Smythe-Smith. Cheguei ao final de mais uma série da querida autora Julia Quinn, publicado pela Editora Arqueiro.


Iris Smythe-Smith, faz parte do grupo da família que realiza os recitais anuais, mesmo não gostando muito de tocar seu violoncelo, ela é a única que realmente sabe tocar seu instrumento e acaba fazendo parte das apresentações para agradar sua mãe. Ela diz não ter a beleza que as outras moças tem, ela tem a pele pálida e o cabelo muito claro, e por conta disso ela acha que não é notada pelos homens, e por conta disto passa despercebida, mas tem alguém que a vai notar no recital. 

Richard Keworthy tem menos de um mês para encontrar uma moça e se casar. E por conta disto ele vai ao recital, além de irem várias jovens no evento, todos sabem que as jovens Smythe-Smith que realizam o recital, fazem parte do grupo porque estão em busca de casamento, e logo que uma encontra um pretendente e casa-se, deixa de fazer parte do recital anual. Richard de imediato se encanta com a beleza diferente de Iris e fica a observando, logo dá um jeito de conhecê-la. 

Em uma semana ele já lhe propõe casamento e a jovem lhe diz que irá pensar, pois faz somente uma semana que eles se conhecem, e ela percebe que tem algo errado aí. Como ele tem pressa, acaba forçando-lhe um beijo em um lugar público, para que alguém a veja e ela fique comprometida e assim obrigada a casar-se. Logo os dois terão que se casar.
Iris não entende a situação, qual o problema dele, mesmo ela tendo ficado encantada por ele, porque ele tem tanta pressa para casar-se? Será que esconde algum segredo?
Sir Richard tem um segredo, mistérios para revelar e isso só vamos descobrir quase no final do livro. Iris só vai descobrir o que o marido esconde quando chega na casa dele e conhece suas cunhadas, que acabam revelando e tendo muitos atritos com ela. O enredo me pegou de surpresa, e eu nunca esperei tal situação.

Achei esta história bem diferente das das outras que eu já li da Julia Quinn, porque temos um casamento às pressas e os protagonistas precisam arranjar uma solução para uma questão. Teve várias coisas que me incomodaram nesta história e pela primeira vez fiquei bem decepciona.

Iris é a jovem que não sabe muito sobre casamento, a mãe tem aquela famosa conversa com ela antes do casamento, mas ela está longe de ser a menina inocente. Mas o que realmente me irritou em Iris foi o fato dela não ter reagido a situação forçada que Richard fez para que os dois casasse, e como se não bastasse ela aceita tudo, defende ele, casa-se e ainda fica chateada por ele não consumar o casamento. Ela se questiona o porque disso tudo, quer saber o que ele esconde, mas ainda sim quer ficar com ele.  

Richard também não me conquistou, ele é um egoísta que só pensa em si, tudo que ele faz é para o bem dele e de sua família. Ele estava atrás de uma esposa, e escolhe ela por não chamar muita atenção. Como assim?? Odieii.

Ainda que Richard se mostre arrependido, ele não me convenceu. É como se ele não tivesse outra escolha, e continua com seu plano.

Eu esperava bem mais deste livro, e acho que por isso fiquei tão decepcionada. Num contexto geral a história é boa, a leitura é fluida, pois o mistério de Richard nos faz ler rápido, e nos leva até o fim da história e o final foi satisfatório, mas o enredo não me conquistou. Fiquei bem chateada, pois é difícil eu não gostar de um romance de época, mas desta vez não deu.
No entanto, a série em um todo é muito boa, eu gostei muito de rever os personagens da série "Os Bridgertons", além da escrita da autora continuar afiada, com doses de humor, todas aquelas características que gostamos nos romances de época, e a cada livro ela me surpreendeu com um enredo diferente. Dos quatro livros o meu favorito foi o "Uma noite como esta".

Só tenho a agradecer a Editora Arqueiro por ter me disponibilizado os livros para leitura. A diagramação está impecável como sempre e as capas são maravilhosas. Se vocês não acompanharam as resenhas, deixo logo abaixo os links.


4. Os mistérios de Sir Richard

Já estou curiosa para ler os outros títulos da Julia Quinn que a editora irá publicar.

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