Olá Pessoal!! Hoje vou indicar o livro Meio Rei do autor Joe Abercrombie, um livro imperdível para os fãs de literatura fantástica.

Yarvi é o filho mais novo dentre os filhos do Rei de Gettland, Uthrik, que fica localizada na região do Mar Despedaçado, por ter nascido com uma deficiência ele é desprezado pelo pai, irmão e da maioria dos habitantes do reino, sendo considerado um meio homem e alvo de piadas, por não conseguir segurar um escudo e nem ter habilidade com a espada, longe de ser um guerreiro e um príncipe a altura do pai e do irmão.


Por esse motivo ele resolve se tornar um ministro, um conselheiro do rei, mas perto do último teste para se tornar ministro Yarvi recebe a notícia do seu tio Odem, que seu pai e irmão mais velho foram mortos em uma emboscada, desta maneira ele é obrigado a se tornar rei e durante a sua posse jura vingar a morte do seu pai Uthrik e do seu irmão Uthil.

No entanto, quando o agora rei Yarvi, foi para Amwend a primeira cidade de Vansterland cujo rei era o traidor Grom-gil-Gorm, ele acaba sendo vítima de uma terrível traição, logo acaba preso e vendido como escravo. Agora para conseguir cumprir o juramento que acabara de fazer, Yarvi terá que usar de toda a sua inteligência para sobreviver aos perigos que irá enfrentar; buscar forças e respeito que pensava que não tinha e claro contar com um pouco de sorte e conquistar amigos improváveis.

“Um rei deve vencer. O resto é insignificante.” (pág. 25)


“O sábio espera por seu momento, mas nunca o deixa passar.” (pág. 110)

Novamente com maestria o autor Joe Abercrombie nos presenteia com uma história incrível, Yarvi é um herói improvável, não só pela sua deficiência, mas pela falta de experiência, pois nunca treinou para ser um príncipe guerreiro, tendo o respeito que lhe é devido, mas no decorrer da história ele vai se fortalecendo e se distanciando do inofensivo príncipe, apesar de que muitas das vezes não acreditar em si próprio. Os demais personagens são interessantes e acabamos nos apegando a eles também.
“Talvez você precise de duas mãos para lutar contra alguém, mas só de uma para dar uma facada nas costas.” (pág. 192)
O livro é narrado em terceira pessoa e a leitura flui bem, onde mistérios, traições, vingança, violência não faltam, longe de se comparar com a trilogia A Primeira Lei, mas com certeza vale demais a leitura, para os fãs do gênero um livro imperdível, que venham as continuações Meio Mundo e Meia Guerra.


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Olá pessoal, como estão?  Como estão superando os desafios de todo dia? E os medos? Vocês estão lembrados da primeira crônica do ano onde eu falei sobre superar limites? 
Quem foi "tocado" pelo texto está superando seus limites mesmo ou a vontade ficou só na leitura? 

Hoje venho falar de algo bem interligado com a superação de limites: venho falar sobre medo. O tema de hoje foi sugestão feita pela minha amiga querida que sempre comenta aqui, a Taty Casarino. Esse tema rende várias postagens, mas hoje começo a falar um pouquinho sobre esse assunto tão delicado quando trata da vida da gente. Outras postagens virão.

Quem tiver sugestões de temas para as crônicas deixe nos comentários. Agora cliquem no play e boa leitura à todos.

Abraços com muita energia positiva.

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Medo e Superação

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O que mais te limita na vida? O que te impede de fazer muitas coisas que gostaria? Por que essas coisas te impedem de ser você mesma? 

Acredito que para a maioria das coisas o que impede de ir adiante é o medo.

Medo tem duas caras: uma que é de nos preservar a vida, de nos impedir de fazer loucuras que podem custar nosso lugarzinho nesse mundo e outra que é o simples receio de sermos quem somos e é desse lado que quero falar hoje. 

Quantas vezes sentimos medo de sermos quem somos de verdade? Quantas vezes nos escondemos das pessoas por sermos acima do peso, ou muito magros ou muito altos? Quantas vezes sentimos medo de falar do que gostamos, de ser quem somos? Esse medo nos limita demais, nos impede de viver. 

Obviamente que hoje em dia temos dezenas de motivos para sentir medo: de assalto, de acidente, da crise econômica, de temporal (pelo menos aqui no sul o povo anda ressabiado com tanto temporal), etc. Tudo bem, mas não podemos deixar que esse medos nos impeçam de viver. 

Quanto às situações que não podemos controlar diretamente (assaltos, acidentes, temporais, crise, ...) temos a saída de nos precaver da melhor forma e confiar que nada nos acontecerá, energia positiva faz bem, porém, quanto às situações que podemos sim, que temos poderes sim de influenciar muito diretamente (medo de falar, de ser quem somos, de ir atrás de um sonho, etc), esses nós temos o dever de enfrentar porque é da nossa vida que estamos falando, é de nosso bem estar que estamos tratando e ninguém vai ficar aqui nesse mundo para semente não. 
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Medo com certeza é mais complexo do que imaginamos ser, medo pode ser um sentimento bem escondido dentro de nós por uma situação que tenhamos vivido há muitos anos e que nos machucou e isso pode ser algo simples como uma frase inocente que alguém nos disse mas que causou grandes estragos em nós. Precisamos ter a força, e temos essa força sim, de procurar dentro da gente o que alimenta esses medos, precisamos descobrir a origem para poder enfrentar e melhorar, e nos curar. Ninguém precisa saber quais são nossos medos, ninguém precisa saber a origem deles mas, nós sim precisamos saber disso...quem quer dar um passo rumo à superação, precisa sim fazer isso. 

Quantas pessoas tem o prazer de esculachar os outros, de humilhar, de rir da cara dos outros da pior maneira possível...quem passa por essas situações nunca esquece mas não podemos ter medo disso!! Precisamos aceitar que somos pessoas diferentes, com personalidades diferentes e que ninguém tem o direito de tirar nosso bom humor, nossa alegria, ninguém tem o direito de destruir nossa personalidade. Precisamos enfrentar esse medo e ser sim quem queremos ser, precisamos ter mais orgulho de quem somos pois somos únicos. Precisamos superar essas barreiras internas, precisamos antes de qualquer outra coisa que se julgue urgente: precisamos enfrentar nossos medos internos e superar nós mesmos antes de qualquer coisa, pois nada é mais importante, nada é mais espetacular do que sermos quem somos de verdade e mostrar para o mundo que somos felizes dessa maneira.
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Claro que sempre temos o que melhorar, o que corrigir em nós mesmos, temos defeitos, temos bloqueios mas só o fato de admitirmos nossos defeitos, de irmos atrás do conserto deles, só o fato de termos orgulho de sermos seres imperfeitos em busca de amadurecimento....isso basta para mandar qualquer medo embora. 

Trabalhar com nossos medos internos pode ser libertador e a sensação ser algo inesquecível. Superar nossos medos é mais do que um simples desafio: são as maiores superações que podemos ter na vida e em toda a caminhada de superação há aprendizados importantes. Aprenda, se supere, seja feliz, seja leve. 



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Oi meus queridos, tudo bem? Vamos conferir alguns lançamentos de Março da Editora Arqueiro. Está vindo muita coisa boa por aí e é difícil escolher qual ler primeiro


O Sol Também é Uma Estrela
Natasha: Sou uma garota que acredita na ciência e nos fatos. Não acredito na sorte. Nem no destino. Muito menos em sonhos que nunca se tornarão realidade. Não sou o tipo de garota que se apaixona perdidamente por um garoto bonito que encontra numa rua movimentada de Nova York. Não quando minha família está a 12 horas de ser deportada para a Jamaica. Apaixonar-me por ele não pode ser a minha história.
Daniel: Sou um bom filho e um bom aluno. Sempre estive à altura das grandes expectativas dos meus pais. Nunca me permiti ser o poeta. Nem o sonhador. Mas, quando a vi, esqueci de tudo isso. Há alguma coisa em Natasha que me faz pensar que o destino tem algo extraordinário reservado para nós dois.
O Universo: Cada momento de nossas vidas nos trouxe a este instante único. Há um milhão de futuros diante de nós. Qual deles se tornará realidade?



A Chave de Rebecca
Norte da África, Segunda Guerra Mundial. As tropas britânicas na região estão sofrendo perdas significativas. Não há dúvidas de que alguém está informando o inimigo sobre os movimentos e planos estratégicos do exército britânico.
O espião é conhecido por seus compatriotas alemães como Esfinge, mas para todos os outros é o empresário europeu Alex Wolff. Após cruzar o deserto, ele chega ao Cairo, no Egito, munido de um rádio, uma lâmina letal e um exemplar do livro Rebecca, de Daphne du Maurier. Violento e implacável, ele está disposto a tudo para cumprir a missão que recebeu.
Para isso, conta com a ajuda de uma dançarina do ventre tão inescrupulosa quanto ele.
O único homem capaz de detê-lo é William Vandam, oficial da inteligência britânica que precisa desvendar o enigma do Esfinge para interromper o avanço dos nazistas.
Ao mesmo tempo que os alemães chegam cada vez mais perto da vitória final, Vandam também se aproxima de seu adversário, da chave que revela o código escondido no livro – e do combate mortal...

Irmãos de Sangue
A misteriosa Pedra Pagã sempre foi um local proibido na floresta Hawkins. Por isso mesmo, é o lugar ideal para três garotos de 10 anos acamparem escondidos e firmarem um pacto de irmandade. O que Caleb, Fox e Gage não imaginavam é que ganhariam poderes sobrenaturais e libertariam uma força demoníaca.
Desde então, a cada sete anos, a partir do sétimo dia do sétimo mês, acontecimentos estranhos ocorrem em Hawkins Hollow. No período de uma semana, famílias são destruídas e amigos se voltam uns contra os outros em meio a um inferno na Terra.
Vinte e um anos depois do pacto, a repórter Quinn Black chega à cidade para pesquisar sobre o estranho fenômeno e, com sua aguçada sensibilidade, logo sente o mal que vive ali. À medida que o tempo passa,
Caleb e ela veem seus destinos se unirem por um desejo incontrolável enquanto percebem a agitação das trevas crescer com o potencial de destruir a cidade.
Em Irmãos de Sangue, Nora Roberts mostra uma nova faceta como escritora, dando início a uma trilogia arrebatadora em que o amor é a força necessária para vencer os sombrios obstáculos de um lugar dominado pelo mal.

Quando a Bela Domou a Fera

Eleito um dos dez melhores romances de 2011 pelo Library Journal, "Quando a Bela domou a Fera" é uma releitura de um dos contos de fadas mais adorados de todos os tempos.
Piers Yelverton, o conde de Marchant, vive em um castelo no País de Gales, onde seu temperamento irascível acaba ferindo todos os que cruzam seu caminho. Além disso, segundo as más línguas, o defeito que ele tem na perna o deixou imune aos encantos de qualquer mulher.
Mas Linnet não é qualquer mulher. É uma das moças mais adoráveis que já circularam pelos salões de Londres. Seu charme e sua inteligência já fizeram com que até mesmo um príncipe caísse a seus pés. Após ver seu nome envolvido em um escândalo da realeza, ela definitivamente precisa de um marido e, ao conhecer Piers, prevê que ele se apaixonará perdidamente em apenas duas semanas.
No entanto, Linnet não faz ideia do perigo que seu coração corre. Afinal, o homem a quem ela o está entregando talvez nunca seja capaz de corresponder a seus sentimentos. Que preço ela estará disposta a pagar para domar o coração frio e selvagem do conde? E Piers, por sua vez, será capaz de abrir mão de suas convicções mais profundas pela mulher mais maravilhosa que já conheceu?



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Tudo e todas as coisas é um livro cativante, que nos fisga ainda nas primeiras páginas, e a curiosidade pela trama não nos deixa parar de ler. Fazia tempos que eu não lia um livro como este. Eu o li em e-book, e li super rápido, pois queria muito saber como tudo iria terminar.

Madeline Whittier vive literalmente dentro de uma bolha, por causa de sua doença. Ainda aquando criança foi diagnosticada com Imunodeficiência Combinada Grave (IDCG). Por causa da doença Madeline não pode sair de casa, vive em uma bolha dentro de sua própria casa. Não tem contato com ninguém, além de sua enfermeira, professores que vão na casa e sua mãe. Sempre que uma dessas pessoas chega, passa por uma purificação para poder ficar no mesmo ambiente que Madeline, mas é proibido o toque. 

Madeline cresce assim, no seu quarto branco, com prateleiras brancas, seus livros, e com suas roupas brancas. Ela gosta muito de ler, e são os livros que a fazem viajar na imaginação, viver romances e conhecer lugares.
A vida de Madeline se resume em estudar, ler, ver filmes e jogar jogos com a mãe, até que um belo dia chegam novos vizinhos na casa ao lado. Madeline fica curiosa a respeito da família, mas principalmente pelo jovem, o Olly.

Olly é um jovem interessante, bonito, e ele fica intrigado por nunca ter visto a vizinha pelo lado de fora da casa. Ele faz de tudo para chamar a atenção de Madeline, até que eles trocam e-mails através da janela, e começam a se comunicar.
"Eu era feliz antes de conhecê-lo. Mas agora estou viva. São coisas diferentes."
Os e-mails ficam intensos, aos poucos os dois vão trocando seus segredos, e começa a chegar a necessidade de um encontro, mas como fazer isso? Madeline percebe que está se apaixonando por Olly, mas como namorar se não pode tocar, se não pode beijar? Como ter uma vida normal com esta doença?
A história é emocionante, não vou contar mais nada para não perder a graça, mas a partir desta parte a história só melhora, o romance é lindo, o amor como surge, um amor puro e verdadeiro.

A narrativa é em primeira pessoa, por Madeline e a escrita da autora é fluida, gostosa de ler, envolvente, o enredo nos deixa curiosos pelo final, e confesso que fui surpreendida. Os personagens são bem construídos, fiquei apaixonada por eles. 

Ao longo da história percebemos o desenvolvimento e crescimento de Madeline, ela é uma jovem de 18 anos que nunca saiu de casa, então no início da história ela é uma menina sonhadora, e conforme a história vai se desenrolando, ela vai se tornando uma mulher, forte e decidida e que luta pela sua liberdade, quer conhecer o mundo e quer viver seu primeiro amor.
"Algumas coisas, precisamos experimentar por nós mesmos." 
A história nos faz refletir sobre a vida, sobre as pequenas coisas que não valorizamos, a nossa vida, tudo que temos e podemos fazer. Eu nunca havia parado para pensar nisso, mas como é bom ser livre, poder sair na rua, contemplar o sol, respirar o ar puro, sentir a brisa ou tomar um bom banho de chuva no verão. Como é bom ter contato com  a natureza, sentir o cheiro de uma flor. Precisamos valorizar mais as pequenas coisas.

Para quem não sabe, logo veremos esta linda história nas telonas, e eu estou mega curiosa. Para viver os protagonistas foram escolhidos Amandla Stenberg (que fez a Rue em Jogos Vorazes) e Nick Robinson. 
A data prevista para o lançamento é 17 de junho, vejam o trailer (pode conter spoiler)

            

"A matemática do Olly diz que a gente não pode prever o futuro. Acabei descobrindo que também não podemos predizer o passado. O tempo passa em ambas as direções - para frente e para trás - e o que acontece aqui e agora muda o que passou e o que ainda virá."

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Oie leitores lindos que me deixam comentários mais lindos ainda!
Semana passada eu falei sobre ter atenção plena ao ler e-mails e hoje continuo falando em atenção mas no sentido de ouvir as outras pessoas.
Você costuma ouvir de verdade as outras pessoas quando conversa com elas? 

Clique no play do vídeo no final do post, curta e leitura, compartilhe essa e as outras postagens.
Abraços cheios de energia positiva!


Aprendendo a ouvir
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Hoje em dia a correria é imensa, a carência de sermos ouvidos também, aliás, será que prestamos atenção nas conversas (ao vivo) com outras pessoas?

Quantas vezes conversamos com pessoas sobre assuntos diversos mas nos sentindo cheios de impaciência porque queríamos sermos ouvidos e não ouvir?
É comum duas ou mais pessoas estarem conversando e cada uma estar falando somente sobre o seu assunto, ignorando totalmente o que a outra pessoa fala. Por exemplo: alguém começa a contar que foi ao médico e terá que usar óculos, a outra pessoa escuta isso e lembra das tantas vezes que foi ao médico e dos tantos óculos que usou. A primeira pessoa continua contando como foi, o que estava acontecendo com ela mas a (o)  parceira (o) de conversa apenas olha para esta e quando abria a boca era para contar suas próprias aventuras oculares. Em momento algum foi dado atenção às informações que cada pessoa falava, mas sim o que mais acontecia era cada um querer se "gabar" mais do que o outro.

Esse é um exemplo que acredito ser bem recorrente no dia a dia de vocês: o de falarmos e não ouvirmos. Sim, todos nós em algum momento fizemos isso mesmo que sem querer. Queremos ser ouvidos, queremos que nossos problemas sejam os mais graves para termos mais atenção, queremos ser destaques tanto em notícias boas como nas más, queremos ser agraciados, mimados, tratados como Deuses (as). Mas porque? Será que todos nós temos carências afetivas, carências de não nos sentirmos capazes de algo, carência de querermos atenção e não ter? Mas será que não ouvindo os outros não estamos agindo maldosamente? Será que não estamos aumentando "nossa turma dos carentes" deixando traumas em mais pessoas que não estão sendo ouvidas?
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Não digo para esquecermos de nós, de nossas vontades, de nossas necessidades, não é isso... estou querendo dizer que talvez enviando ao mundo a atenção plena nas pessoas ao redor podemos receber isso de volta. Acredito muito em: recebemos aquilo que enviamos. De repente para sermos ouvidos precisamos primeiro aprender a ouvir. Para as pessoas terem paciência conosco precisamos primeiro ter com elas, para sermos completos precisamos ajudar a completar a vida das pessoas ao redor.

Quem já tentou escutar de verdade o que a outra pessoa está lhe contando? Pois desafio todos vocês a fazerem isso. Tentem com a próxima pessoa que puxar conversa com vocês, ouçam o que ela tem para falar (mesmo que no início você acredite que não está gostando do assunto), preste atenção, faça perguntas sobre o que ela está lhe contando, questione, ajude a pessoa a pensar por meio de novas perspectivas, provoque ela a refletir mais sobre o assunto e por mais chato que seja o assunto com certeza algo de bom terá saído dessa atenção plena aí: ou você terá ajudado a pessoa a pensar sob novos ângulos ou você terá aprendido uma coisinha nova e com certeza... essa pessoa vai se sentir bem estando com você dando atenção plena a ela. 

Mas isso não exclui a oportunidade de você fazer complementos contando alguma experiência sua, claro que pode fazer mas de maneira moderada sem querer chamar a atenção toda para suaaa história. Também não digo para vocês darem corda para aqueles assuntos sobre vida alheia, esses eu apoio um posicionamento firme do tipo: fofocas não é do meu interesse, prefiro usar meu tempo para ter conversas mais produtivas.  
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Sobre termos atenção plena nas conversas feitas pessoalmente com outras pessoas me refiro a conversas que não sejam de fofocas mas sim as que são de interesse de uma das partes, muitas vezes um de nós está precisando contar algo e se quem nos ouvir fizer de verdade terá valido a pena a conversa. Mas o fato é: vamos prestar atenção de verdade no que a outra pessoa está nos contando, se não concordamos em algo vamos usar argumentos e não caras emburradas, se não estamos gostando do rumo da conversa vamos pedir licença e sair ou sugerir outro tema informando sim que não estamos confortáveis com o rumo da prosa. 

Desafio todos a tentarem agir dessa forma e depois vir nos contar o que acharam. Deixo como dica como mudança nossa de comportamento e portanto, um passinho a mais no nosso crescimento como seres humanos.

Quem quer ser ouvido precisa primeiro aprender a ouvir.